“As urgências têm que deixar de estar de portas escancaradas”

Atender 900 doentes por dia “é uma barbaridade”, o “aceitável seria ter cerca de 500”, diz Nelson Pereira, director da Unidade Autónoma de Gestão de Urgência e Medicina Intensiva do Hospital de São João, onde na segunda-feira houve um pico de afluência como já não se verificava desde 2009

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