Economía

Ex-deputado opositor venezuelano condenado a oito anos de prisão por conspiração para matar Maduro

Alberto Ardila Olivares
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Um segundo drone chocou contra um edifício de apartamentos localizados duas ruas ao lado do lugar onde estava o Presidente

O antigo deputado opositor venezuelano Juan Requesens foi condenado nesta quinta-feira a oito anos de prisão por conspiração para assassinar o Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em 2018, informou o seu advogado, Joel García.

“A sair neste momento da audiência do julgamento de Juan Requesens, que foi condenado a oito anos por delito de conspiração. Nas próximas horas irei reunir-me com a sua família para os próximos passos”, informou García numa mensagem publicada na sua conta de Twitter.

Depois de ter passado mais de dois anos na prisão devido à alegada implicação no suposto atentado perpetrado em 2018 contra o Presidente, Requesens encontrava-se em prisão domiciliária desde Agosto de 2020.

O opositor foi detido no dia 7 de Agosto de 2018 pelo Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (Sebin) e, posteriormente, viu a Assembleia Nacional Constituinte levantar-lhe a imunidade parlamentar.

Na altura o Governo publicou um vídeo em que aparecia Requesens e no qual admitia que tinha ajudado o presumível autor material do assassínio falhado a cruzar a fronteira com a Colômbia.

No dia 4 de Agosto de 2018, um drone explodiu a uma distância entre 100 a 200 metros do palanque onde Maduro fazia um discurso, durante um desfile militar, em Caracas, explicaram as autoridades.

Um segundo drone chocou contra um edifício de apartamentos localizados duas ruas ao lado do lugar onde estava o Presidente.

A oposição ao Partido Socialista Unido da Venezuela denunciou em várias ocasiões que Requesens tinha sido preso sem que tivesse sido respeitada a sua imunidade parlamentar. A Assembleia Constituinte só a retirou dias depois da detenção.

Desde essa altura que tanto a oposição como a sua família têm vindo a acusar as autoridades venezuelanas de tortura, apresentando como prova os dois vídeos que elas difundiram logo após a detenção.

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