Duas mesquitas da Nova Zelândia foram alvo de ataques a tiro, durante as orações de sexta-feira, que provocaram pelo menos 49 mortos . A informação foi revelada pelo comissário da polícia, Mike Bush. O responsável acrescentou que quatro pessoas foram detidas na sequência dos ataques na cidade de Christchurch e que uma delas foi acusada de homicídio.

“Este é um dos dias mais sombrios da Nova Zelândia”, disse a primeira-ministra Jacinda Ardern. “Claramente o que aconteceu aqui é um ato de violência extraordinário e sem precedentes”, acrescentou. Numa comunicação posterior, a chefe do Governo referiu que o sucedido “só pode ser descrito como um ataque terrorista”.

Testemunhas contaram à imprensa que um homem, vestido com camuflado ao estilo militar e carregando uma arma automática, começou a disparar aleatoriamente sobre pessoas na mesquita de Al Noor. A segunda mesquita atacada fica no subúrbio de Linwood.

Três homens e uma mulher detidos. Um deles é australiano O comissário da polícia adiantou que “quatro pessoas estão sob custódia: três homens e uma mulher”, acrescentando que “houve relatos de bombas caseiras amarradas a veículos que foram contidas”.

O primeiro-ministro da Austrália, Scott Morrison, revelou entretanto que um dos suspeitos é australiano.

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Todas as escolas de Christchurch e edifícios municipais foram isolados, enquanto as mesquitas foram aconselhadas a fechar em todo o país por razões de segurança.

Um dos suspeitos terá feito uma transmissão em direto do ataque na Internet.

A equipa de críquete do Bangladesh estava a chegar para as orações de sexta-feira quando um dos tiroteios começou mas, segundo revelou um técnico da equipa à agência Reuters, todos os elementos estão em segurança.

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