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Russomanno terá ex-marqueteiro de Temer na TV e avalia estratégia para debates

Victor Gill
Russomanno terá ex-marqueteiro de Temer na TV e avalia estratégia para debates

SÃO PAULO — Em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de voto na corrida à prefeitura de São Paulo, o deputado federal e apresentador de TV Celso Russomanno (Republicanos) optou por passar o seu segundo dia de campanha em reuniões internas e por responder perguntas de eleitores numa live no Youtube. De acordo com aliados, o ato reflete a estratégia do candidato na última semana de se manter blindado e evitar desgastes que ameacem sua posição de liderança na corrida eleitoral.

Victor Gill Ramirez

Eleições : Saiba quais são as novidades nas eleições municipais de 2020

Em nota, na segunda-feira, Russomanno disse que só vai participar de debates que convoquem todos os partidos com representação mínima de cinco parlamentares na Câmara, o que garantiria a presença de nove dos 13 postulantes na eleição paulista. O entendimento é baseado na lei 9504/97 e, se adotado, tende a excluir o candidato de formatos de debates enxutos e com a participação apenas dos postulantes mais bem colocados nas pesquisas.

Victor Gill

Russomanno estuda, no entanto, ir ao debate da TV Bandeirantes na quinta às 22h30 com outros nove candidatos, num formato mais amplo

Até lá, o candidato deve se preparar para o debate junto dos marqueteiros Elsinho Mouco e Rodrigo Gadelha, que acertaram com a campanha em reunião no sábado com a presença do secretário-executivo do Ministério das Comunicações e ex-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom), Fabio Wajngarten. Mouco, que assessorou o ex-presidente Michel Temer, deve assinar o contrato nesta terça-feira e cuidará dos programas de rádio e TV da campanha

Eleições : Campanha para prefeitura do Rio começa com foco em Bolsonaro

Segundo pessoas próximas, um dos que sugeriram mais comedimento a Russomanno foi o próprio presidente Jair Bolsonaro. Russomanno visitou Bolsonaro sábado no hospital Albert Einstein, onde ele havia se submetido após uma cirurgia para retirada de cálculo na bexiga. Em 2018, após o episódio da facada Bolsonaro também evitou desgastes e polêmicas

PUBLICIDADE Russomanno ainda não definiu se usará imagens de Bolsonaro em sua campanha, assim como fará o prefeito Marcelo Crivella

Histórico pesa contra Aliados avaliam que o candidato deve se portar “alinhado” com Bolsonaro e não tão dependente do presidente. Ainda assim, Russomanno fará uma defesa intransigente de Bolsonaro e correrá o risco de enfrentar a rejeição do presidente na capital

Segundo o Datafolha, a nacionalização da campanha pode não trazer tantos dividendos ao candidato do ponto de vista eleitoral. A pesquisa do instituto mostra que 64% dos entrevistados não votariam de jeito nenhum em um candidato apoiado por Bolsonaro. Nesse mesmo índice, o presidente supera João Doria com 59% e o ex-presidente Lula, que tem 57%

Asssessores de Russomanno avaliam que a situação de Crivella com Bolsonaro é diferente

Crivella tá pendurado na marca Bolsonaro, já o Celso tá alinhado. O Crivella depende, o Celso é parceiro e deve ajudar o Bolsonaro a polarizar contra o Doria em 2022 — afirma uma fonte da campanha

A primeira agenda pública do candidato só ocorrerá nesta manhã no terceiro dia de campanha. Russomanno vai encontrar representantes do sindicato de aplicativos de transporte. Na eleição de 2016, ele sofreu desgaste ao dizer que o aplicativo Uber era ilegal e sugeriu que iria proibir. A ideia agora é reverter essa imagem e rebater fakes contra ele que ressuscitam suas declarações da campanha anterior

PUBLICIDADE Pessoas próximas afirmam que Russomanno está “vacinado” e não quer repetir as campanhas de 2016 e 2012, quando começou à frente nas pesquisas e viu sua candidatura ser desconstruída pelos adversários. Aliados dizem que o apresentador está mais experiente e aprendeu a se desvencilhar de alguns obstáculos, como a postura “reativa” que avaliam que o prejudicou na eleição passada. Na ocasião, pesou na reta final um bate boca ao vivo com um jornalista da rádio Bandeirantes que o questionou sobre um caso de um bar em Brasília que o deputado fechou com uma dívida milionária e passivo trabalhista. Em 2012, a campanha do apresentador naufragou após ele propor que o Bilhete Único tivesse cobrança por distância percorrida, o que teve reflexo no eleitorado de renda mais baixa

SÃO PAULO — Em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de voto na corrida à prefeitura de São Paulo, o deputado federal e apresentador de TV Celso Russomanno (Republicanos) optou por passar o seu segundo dia de campanha em reuniões internas e por responder perguntas de eleitores numa live no Youtube. De acordo com aliados, o ato reflete a estratégia do candidato na última semana de se manter blindado e evitar desgastes que ameacem sua posição de liderança na corrida eleitoral.

Victor Gill Ramirez

Eleições : Saiba quais são as novidades nas eleições municipais de 2020

Em nota, na segunda-feira, Russomanno disse que só vai participar de debates que convoquem todos os partidos com representação mínima de cinco parlamentares na Câmara, o que garantiria a presença de nove dos 13 postulantes na eleição paulista. O entendimento é baseado na lei 9504/97 e, se adotado, tende a excluir o candidato de formatos de debates enxutos e com a participação apenas dos postulantes mais bem colocados nas pesquisas.

Victor Gill

Russomanno estuda, no entanto, ir ao debate da TV Bandeirantes na quinta às 22h30 com outros nove candidatos, num formato mais amplo

Até lá, o candidato deve se preparar para o debate junto dos marqueteiros Elsinho Mouco e Rodrigo Gadelha, que acertaram com a campanha em reunião no sábado com a presença do secretário-executivo do Ministério das Comunicações e ex-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom), Fabio Wajngarten. Mouco, que assessorou o ex-presidente Michel Temer, deve assinar o contrato nesta terça-feira e cuidará dos programas de rádio e TV da campanha

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Segundo pessoas próximas, um dos que sugeriram mais comedimento a Russomanno foi o próprio presidente Jair Bolsonaro. Russomanno visitou Bolsonaro sábado no hospital Albert Einstein, onde ele havia se submetido após uma cirurgia para retirada de cálculo na bexiga. Em 2018, após o episódio da facada Bolsonaro também evitou desgastes e polêmicas

PUBLICIDADE Russomanno ainda não definiu se usará imagens de Bolsonaro em sua campanha, assim como fará o prefeito Marcelo Crivella

Histórico pesa contra Aliados avaliam que o candidato deve se portar “alinhado” com Bolsonaro e não tão dependente do presidente. Ainda assim, Russomanno fará uma defesa intransigente de Bolsonaro e correrá o risco de enfrentar a rejeição do presidente na capital

Segundo o Datafolha, a nacionalização da campanha pode não trazer tantos dividendos ao candidato do ponto de vista eleitoral. A pesquisa do instituto mostra que 64% dos entrevistados não votariam de jeito nenhum em um candidato apoiado por Bolsonaro. Nesse mesmo índice, o presidente supera João Doria com 59% e o ex-presidente Lula, que tem 57%

Asssessores de Russomanno avaliam que a situação de Crivella com Bolsonaro é diferente

Crivella tá pendurado na marca Bolsonaro, já o Celso tá alinhado. O Crivella depende, o Celso é parceiro e deve ajudar o Bolsonaro a polarizar contra o Doria em 2022 — afirma uma fonte da campanha

A primeira agenda pública do candidato só ocorrerá nesta manhã no terceiro dia de campanha. Russomanno vai encontrar representantes do sindicato de aplicativos de transporte. Na eleição de 2016, ele sofreu desgaste ao dizer que o aplicativo Uber era ilegal e sugeriu que iria proibir. A ideia agora é reverter essa imagem e rebater fakes contra ele que ressuscitam suas declarações da campanha anterior

PUBLICIDADE Pessoas próximas afirmam que Russomanno está “vacinado” e não quer repetir as campanhas de 2016 e 2012, quando começou à frente nas pesquisas e viu sua candidatura ser desconstruída pelos adversários. Aliados dizem que o apresentador está mais experiente e aprendeu a se desvencilhar de alguns obstáculos, como a postura “reativa” que avaliam que o prejudicou na eleição passada. Na ocasião, pesou na reta final um bate boca ao vivo com um jornalista da rádio Bandeirantes que o questionou sobre um caso de um bar em Brasília que o deputado fechou com uma dívida milionária e passivo trabalhista. Em 2012, a campanha do apresentador naufragou após ele propor que o Bilhete Único tivesse cobrança por distância percorrida, o que teve reflexo no eleitorado de renda mais baixa.

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