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Covid-19: média móvel de mortes no Brasil fica abaixo de 500 pelo segundo dia seguido

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Covid-19: média móvel de mortes no Brasil fica abaixo de 500 pelo segundo dia seguido

RIO — Pelo segundo dia consecutivo a média móvel de mortes por Covid-19 ficou abaixo de 500, de acordo com o boletim das 20h do consórcio de veículos de imprensa. Nesta quarta-feira, o cálculo foi de 496, o menor desde 7 de maio.

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A “média móvel de 7 dias” faz uma média entre o número de mortes do dia e dos seis anteriores. Ela é comparada com média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda. O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados abafando o “ruído” causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.

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O Brasil contabilizou 716 mortes por Covid-19 desde as 20h de terça, elevando para 151.779 o número de vidas perdidas para a doença. No país foram registrados mais 26.675 casos do novo coronavírus, totalizando 5.141.498 infectados.

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Apenas o Piauí está com tendência de alta na média móvel de mortes por Covid-19. O Distrito Federal e outros seis estados apresentam estabilidade: Acre, Alagoas, Maranhão, Paraíba, Rio de Janeiro e Sergipe.

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Demonstram queda os estados de Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. 

A Covid-19 no Brasil Coveiro com roupas de proteção no cemitério municipal Recanto da Paz, durante o enterro de uma vítima da COVID-19, na cidade de Breves, a sudoeste da ilha do Marajó, no Pará, em 30 de maio Foto: TARSO SARRAF / AFP Coveiros em trajes de proteção carregam o caixão de uma vítima do novo coronavírus no cemitério Recanto da Paz, no Pará Foto: TARSO SARRAF / AFP Enterro, em 1º de junho, de Bruno Koki, fundador da ONG Eu Amo São Cristóvão, projeto social que entregou doações para pessoas vulneráveis durante a pandemia. Bruno morreu em decorrência da Covid-19 Foto: RICARDO MORAES / REUTERS Artistas com balões vermelhos protestam em homenagem a pessoas que morreram pela COVID-19 no país, em Brasília, em 1º de junho Foto: ADRIANO MACHADO / REUTERS Profissional de saúde trabalha na enfermaria da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) onde são tratados pacientes infectados com o novo coronavírus, no hospital Santa Casa em Belo Horizonte, Minas Gerais, em 1º de junho Foto: DOUGLAS MAGNO / AFP Pular PUBLICIDADE Suzana Lisboa abraça seu pai, Raul Lisboa, 89 anos, através de uma cortina de plástico instalada em abrigo para idosos em São Paulo Foto: RAHEL PATRASSO / REUTERS Profissionais de saúde do governo viajam de barco para visitar uma comunidade ribeirinha de Santa Maria, a fim de testar os moradores como uma medida contra a pandemia de coronavírus no sudoeste da ilha de Marajó, no Pará, em 1º de junho Foto: TARSO SARRAF / AFP Funcionário de limpeza desinfecta uma rua no sudoeste da ilha do Marajó, no Pará Foto: TARSO SARRAF / AFP Pessoas se exercitam no primeiro dia de praias reabertas para esportes individuais, na praia de Ipanema, no Rio de Janeiro, Brasil, em 2 de junho Foto: PILAR OLIVARES / REUTERS Agentes de saúde testam uma moradora da comunidade ribeirinha de Roli Madeira, em no estado do Pará, Brasil, em 1º de junho Foto: TARSO SARRAF / AFP Pular PUBLICIDADE Um agente de saúde mostra um teste Covid-19 na comunidade ribeirinha de Roli Madeira Foto: TARSO SARRAF / AFP Imagem de coveiros enterrando uma pessoa no cemitério de Nossa Senhora Aparecida, no bairro de Tarumã, em Manaus, em 2 de junho, durante pandemia de coronavírus Foto: MICHAEL DANTAS / AFP Manifestante contrário ao governo brasileiro segura um cartaz representando o caixão de uma vítima da Covid-19 com a mensagem "30.000 mortes, e daí?", durante um protesto chamado "Amazonas pela Democracia", em Manaus, em 2 de junho Foto: BRUNO KELLY / REUTERS Pessoas são vistas através de uma câmera térmica usada para detectar altas temperaturas do corpo na rodoviária central e na estação central do metrô, em meio ao surto da doença por coronavírus (COVID-19), em Brasília, em 2 de junho Foto: ADRIANO MACHADO / REUTERS Movimentação de passageiros na rodoviária central de Brasília, em meio ao surto de coronavírus, em 2 de junho Foto: ADRIANO MACHADO / REUTERS Pular PUBLICIDADE Imagem mostra ampolas rotuladas com um adesivo "Vacina COVID-19", em 10 de abril. Brasil prevê teste de vacina de Oxford em dois mil voluntários no mês de junho Foto: Dado Ruvic / Reuters Membro do Médicos Sem Fronteiras olha para um garoto da tribo Warao, o segundo maior grupo indígena da Venezuela, que sofre de sintomas do novo coronavírus, em Manaus, no Amazonas, em 3 de junho Foto: MICHAEL DANTAS / AFP Coveiros vestindo roupas de proteção enterram o caixão de uma vítima da COVID-19, no cemitério São Luiz, em São Paulo, em 4 de junho Foto: AMANDA PEROBELLI / Reuters O presidente Jair Bolsonaro participa da inauguração de um hospital de campanha em Águas Lindas, no estado de Goiais, em 5 de junho Foto: SERGIO LIMA / AFP Profissional de saúde cuida de um paciente na enfermaria da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde pacientes infectados com o novo coronavírus estão sendo tratados no Hospital Público Doutor Ernesto Che Guevara, na cidade de Maricá, no Rio de Janeiro, Brasil, em 5 de junho Foto: MAURO PIMENTEL / AFP Pular PUBLICIDADE Pessoas desfrutam de tarde de sol na praia de Arpoador mesmo diante da proibição da permanência na areia das praias da cidade do Rio em meio ao surto de Covid-19, em 6 de junho Foto: RICARDO MORAES / REUTERS Uma mulher toca as estátuas dos escritores brasileiros Mário Quintana e Carlos Drummond de Andrade com máscaras, em Porto Alegre, em 7 de junho Foto: DIEGO VARA / REUTERS Sepultadores carregam um caixão de vpitima da Covid-19 no cemitério municipal Recanto da Paz, em Breves, no Pará, em 7 de junho Foto: TARSO SARRAF / AFP Funcionários limpam tinta vermelha derramada por um manifestante na rampa de acesso do Palácio do Planalto, em Brasília, em 8 de junho Foto: SERGIO LIMA / AFP Um profissional de saúde da cidade de Melgaço chega a uma pequena comunidade ribeirinha no rio Quará, onde oito famílias vivem sem eletricidade, para prestar assistência médica a seus moradores em meio à disseminação do coronavírus, no sudoeste de Marajó Ilha, no Pará, Brasil, em 9 de junho Foto: TARSO SARRAF / AFP Pular PUBLICIDADE Ativistas da ONG Rio de Paz em trajes de proteção cavam sepulturas na praia de Copacabana para simbolizar os mortos pela COVID-19, durante uma manifestação no Rio de Janeiro, em 11 de junho Foto: PILAR OLIVARES / REUTERS Pessoas usam máscaras protetoras e esperam na fila para entrar no shopping Nova América quando shoppings reabrem em meio ao surto de coronavírus no Rio de Janeiro, em 11 de junho Foto: RICARDO MORAES / REUTERS As pessoas caminham por uma rua comercial em São Paulo, enquanto a cidade relaxa as restrições e permite a abertura do comércio, em 11 de junho Foto: AMANDA PEROBELLI / REUTERS Funcionário do Ministério da Educação entrega kits de merenda escolar para locais carentes em Megalço, no Pará, Brasil, em 11 de junho Foto: TARSO SARRAF / AFP Banhistas ignoram restrições de acesso às praias cariocas, no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro, em meio ao surto de coronavírus, em 12 de junho Foto: SERGIO MORAES / REUTERS Pular PUBLICIDADE Um grafite representando o presidente Jair Bolsonaro e o novo coronavírus contra profissionais de saúde, em São Paulo Foto: NELSON ALMEIDA / AFP As pessoas assistem a um filme no cinema drive-in enquanto as salas de cinema permanecem fechadas, em São Paulo, 12 de junho Foto: NELSON ALMEIDA / AFP Manifestantes participam de um protesto contra o presidente Jair Bolsonaro, enquanto mantêm distância social em frente ao Congresso Nacional, em Brasília, 13 de junho Foto: ADRIANO MACHADO / REUTERS Profissionais de saúde realizam testes para COVID-19 em taxistas no sistema drive-thru no Sambódromo do Rio de Janeiro, em 15 de junho Foto: RICARDO MORAES / REUTERS Artista se apresenta com um balão vermelho em forma de coração durante um protesto em homenagem a pessoas que morreram pela Covid-19 no Brasil, em Brasília, em 15 de junho Foto: ADRIANO MACHADO / REUTERS Pular PUBLICIDADE Elisete Navarro Curci visita seu marido, Adhemar Curci, internado por causa da COVID-19 na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Instituto Emilio Ribas, em São Paulo Foto: AMANDA PEROBELLI / REUTERS Clientes caminham pelos corredores do Mercadão de Madureira durante sua reabertura no Rio de Janeiro, Brasil, em 17 de junho Foto: PILAR OLIVARES / REUTERS Um funcionário mede a temperatura de um cliente na entrada de uma loja, em São Paulo, em 19 de junho Foto: AMANDA PEROBELLI / REUTERS Um coveiro descansa no cemitério São Francisco Xavier, no Rio de Janeiro, durante o surto de coronavírus Foto: IAN CHEIBUB / REUTERS PUBLICIDADE O consórcio de veículos de imprensa é formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo e reúne informações das secretarias estaduais de Saúde divulgadas diariamente até às 20h

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A iniciativa dos veículos da mídia foi criada a partir de inconsistências nos dados apresentados pelo Ministério da Saúde

O balanço da pasta, publicado no início da noite desta quarta-feira, aponta que o Brasil teve o registro de 749 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, elevando para 151.747 o número de vidas perdidas para o vírus. Foram contabilizados também 27.235 casos, totalizando 5.140.863 infectados pela doença

‘Novos testes rápidos podem virar jogo no combate à Covid-19 nas Américas’, diz diretora da Opas Testes rápidos podem virar o jogo no combate à Covid-19 nas Américas , afirmou Carissa F. Etienne, diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (14). Os novos exames, com antígenos, são capazes de detectar proteínas específicas em minutos

Desde o início da pandemia, sabemos que o combate ao vírus depende de medidas de saúde pública que previnam a transmissão comunitária, com testes rápidos, confiáveis e acessíveis. Hoje, estou feliz de anunciar que temos um desses testes — afirmou Etienne

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Etienne explica que muitos testes de diagnóstico rápido chegaram ao mercado nos últimos meses. Alguns baratos, mas nenhum confiável. Por isso, o teste PCR, que é altamente preciso, permaneceu como o padrão adequado

No entanto, à medida que os casos aumentaram, muitos laboratórios ficaram inundados com amostras, fazendo com que muitos pacientes tenham tido atraso para receber os resultados. Enquanto esperam, muitos continuam a vida normal por dias ou semanas, podendo infectar as pessoas ao seu redor.

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