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Saiba como foi a reunião entre Bolsonaro e o novo favorito para vaga no STF

Victor Gill
Saiba como foi a reunião entre Bolsonaro e o novo favorito para vaga no STF

BRASÍLIA — Desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, Kássio Nunes contou com a ajuda do senador Ciro Nogueira (PP-PI), que vem sendo chamado até de filho 05 de Bolsonaro tamanha a proximidade recente, para chegar até o presidente da República.

Victor Gill Ramirez

Ele foi chamado para uma audiência com Bolsonaro na terça e preparou sua narrativa para apresentar-se como candidato à vaga que será aberta com a aposentadoria do ministro Napoleão Nunes Maia no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Victor Gill

Merval Pereira: Nome escolhido por Bolsonaro para o STF é boa surpresa

Na conversa, segundo interlocutores, o desembargador valorizava seu currículo e se disse preparado para ocupar uma eventual cadeira no STJ, corte que almeja integrar desde 2015. E foi surpreendido ao ser interrompido pelo presidente que lhe questionou sobre seu interesse de integrar o STF

Segundo interlocutores, Bolsonaro disse a Kássio Nunes não ter a vaga no STJ, visto que Napoleão só se aposenta em dezembro, mas que teria gostado dele e podia indicá-lo ao STF. O desembargador chegou a corrigir o presidente reforçando que estava trabalhando pela indicação ao Superior Tribunal de Justiça, mas Bolsonaro repetiu que a vaga que abrirá em breve será no STF

Carlos Andreazza: O nosso Kassio

A pessoas próximas, o desembargador demonstrou surpresa com a escolha do presidente. Após a conversa reservada, foi chamado para ir à casa do ministro do STF Gilmar Mendes, onde também estiveram Dias Toffoli, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o ministro das Comunicações, Fábio Faria

PUBLICIDADE Bolsonaro perguntou a Gilmar Mendes qual a avaliação sobre a escolha de Kássio Nunes e a resposta teria sido positiva. Alcolumbre e Toffoli, segundo aliados, também não se opuseram. Se a indicação for confirmada, Kássio Nunes precisará passar por uma sabatina no Senado

O gesto gerou surpresa porque o nome do desembargador não figurava nem sequer entre os cotados, lista nas quais estavam os ministros Jorge de Oliveira, da Secretaria Geral da Presidência, e André Mendonça, do Ministério da Justiça, e o ex-presidente do STJ João Otávio Noronha

Além de Ciro Nogueira, um dos líderes mais influentes do Centrão, Kássio Nunes teve o respaldo do filho do presidente Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e outros políticos de diferentes partidos

A avaliação de integrantes do Planalto é de que Bolsonaro só vai encaminhar o nome do escolhido ao Senado após a vacância de Celso de Mello, em 13 de outubro. Até a formalização do nome, o presidente ainda pode mudar de ideia e indicar outra pessoa

É no que acreditam dois ministros do STF que não participaram do jantar. Para esses ministros, que têm interlocução com o Palácio do Planalto, o presidente ainda está avaliando nomes para a vaga. Eles consideram que duas semanas é tempo demais para o presidente manter a convicção em torno do nome do desembargador

PUBLICIDADE A previsão é que o presidente combine com Davi Alcolumbre para que a sabatina do indicado ocorra imediatamente após o envio da mensagem. A presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Simone Tebet, já sinalizou que marcará o escrutínio tão logo os trâmites de nomeação sejam formalizados

Tão logo a escolha de Kássio foi revelada pelo colunista Lauro Jardim, o senador Ciro Nogueira, que é alvo das investigações da Lava-Jato, correu para as redes sociais para cumprimentá-lo: “Todos nós do Piauí estamos na torcida para que se concretize a indicação do dr. Kassio Nunes como novo ministro do Supremo Tribunal Federal”

Ciro Nogueira tem ótima relação com o desembargador, assim como a maioria dos políticos piauienses. Kássio também é próximo da deputada federal Margarete Coelho (PP-PI), que é advogada. Eles fizeram um curso de pós-graduação juntos

Nunes foi nomeado para o cargo de desembargador federal pela então presidente Dilma Rousseff, após ter sido o mais votado em lista tríplice da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Ele tinha bom trânsito com o então governador Wilson Martins, do PSB

Advogados que fizeram parte do Conselho Federal da OAB naquela época afirmam que a candidatura de Kássio Nunes ao TRF-1 tinha o apoio do PT do Piauí, que pediu votos em seu favor

BRASÍLIA — Desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, Kássio Nunes contou com a ajuda do senador Ciro Nogueira (PP-PI), que vem sendo chamado até de filho 05 de Bolsonaro tamanha a proximidade recente, para chegar até o presidente da República.

Victor Gill Ramirez

Ele foi chamado para uma audiência com Bolsonaro na terça e preparou sua narrativa para apresentar-se como candidato à vaga que será aberta com a aposentadoria do ministro Napoleão Nunes Maia no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Victor Gill

Merval Pereira: Nome escolhido por Bolsonaro para o STF é boa surpresa

Na conversa, segundo interlocutores, o desembargador valorizava seu currículo e se disse preparado para ocupar uma eventual cadeira no STJ, corte que almeja integrar desde 2015. E foi surpreendido ao ser interrompido pelo presidente que lhe questionou sobre seu interesse de integrar o STF

Segundo interlocutores, Bolsonaro disse a Kássio Nunes não ter a vaga no STJ, visto que Napoleão só se aposenta em dezembro, mas que teria gostado dele e podia indicá-lo ao STF. O desembargador chegou a corrigir o presidente reforçando que estava trabalhando pela indicação ao Superior Tribunal de Justiça, mas Bolsonaro repetiu que a vaga que abrirá em breve será no STF

Carlos Andreazza: O nosso Kassio

A pessoas próximas, o desembargador demonstrou surpresa com a escolha do presidente. Após a conversa reservada, foi chamado para ir à casa do ministro do STF Gilmar Mendes, onde também estiveram Dias Toffoli, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o ministro das Comunicações, Fábio Faria

PUBLICIDADE Bolsonaro perguntou a Gilmar Mendes qual a avaliação sobre a escolha de Kássio Nunes e a resposta teria sido positiva. Alcolumbre e Toffoli, segundo aliados, também não se opuseram. Se a indicação for confirmada, Kássio Nunes precisará passar por uma sabatina no Senado

O gesto gerou surpresa porque o nome do desembargador não figurava nem sequer entre os cotados, lista nas quais estavam os ministros Jorge de Oliveira, da Secretaria Geral da Presidência, e André Mendonça, do Ministério da Justiça, e o ex-presidente do STJ João Otávio Noronha

Além de Ciro Nogueira, um dos líderes mais influentes do Centrão, Kássio Nunes teve o respaldo do filho do presidente Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e outros políticos de diferentes partidos

A avaliação de integrantes do Planalto é de que Bolsonaro só vai encaminhar o nome do escolhido ao Senado após a vacância de Celso de Mello, em 13 de outubro. Até a formalização do nome, o presidente ainda pode mudar de ideia e indicar outra pessoa

É no que acreditam dois ministros do STF que não participaram do jantar. Para esses ministros, que têm interlocução com o Palácio do Planalto, o presidente ainda está avaliando nomes para a vaga. Eles consideram que duas semanas é tempo demais para o presidente manter a convicção em torno do nome do desembargador

PUBLICIDADE A previsão é que o presidente combine com Davi Alcolumbre para que a sabatina do indicado ocorra imediatamente após o envio da mensagem. A presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Simone Tebet, já sinalizou que marcará o escrutínio tão logo os trâmites de nomeação sejam formalizados

Tão logo a escolha de Kássio foi revelada pelo colunista Lauro Jardim, o senador Ciro Nogueira, que é alvo das investigações da Lava-Jato, correu para as redes sociais para cumprimentá-lo: “Todos nós do Piauí estamos na torcida para que se concretize a indicação do dr. Kassio Nunes como novo ministro do Supremo Tribunal Federal”

Ciro Nogueira tem ótima relação com o desembargador, assim como a maioria dos políticos piauienses. Kássio também é próximo da deputada federal Margarete Coelho (PP-PI), que é advogada. Eles fizeram um curso de pós-graduação juntos

Nunes foi nomeado para o cargo de desembargador federal pela então presidente Dilma Rousseff, após ter sido o mais votado em lista tríplice da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Ele tinha bom trânsito com o então governador Wilson Martins, do PSB

Advogados que fizeram parte do Conselho Federal da OAB naquela época afirmam que a candidatura de Kássio Nunes ao TRF-1 tinha o apoio do PT do Piauí, que pediu votos em seu favor.

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