No ano passado, o Correio da Manhã reforçou a posição de jornal mais vendido em Portugal, segundo os dados da Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragem e Circulação (APCT), esta quarta-feira divulgados. Entre janeiro e dezembro, o CM vendeu em banca uma média de 79 625 exemplares por dia, o que representa uma quota de mercado anual histórica de 62,4% entre a imprensa generalista. Significa que, em cada 100 compradores de jornais no nosso país, mais de 62 optam por adquirir um exemplar do CM . Em segundo lugar na tabela de jornais e revistas de informação mais vendidos em banca mantém-se o semanário ‘Expresso’, com uma média de 56 162 exemplares por edição (quebra de 9% em comparação com o ano anterior), seguido do ‘Jornal de Notícias’, com 34 540 exemplares (menos 9%). O ‘Record’ volta a garantir a quarta posição no ranking com uma média de 29 099 cópias vendidas diariamente (menos 10%). Logo a seguir surge a revista ‘Sábado’, com 21 316 exemplares (queda de 8%). A ‘Visão’ ocupa o sexto posto da tabela, com 17 981 exemplares semanais e uma quebra de 16% no número de compradores. O ‘Público’ surge logo a seguir, com uma média de 13 481 jornais vendidos por dia (mais 1%), tornando-se na única publicação a recuperar compradores em 2018. Por fim, em 10º lugar encontra-se o desportivo ‘O Jogo’, com 11 300 exemplares, uma diminuição de 6%. De referir que, entre janeiro e dezembro do ano passado, foram vendidos menos 25 210 jornais e revistas de informação no País, passando para um total de 263 504. No que diz respeito às vendas somadas dos três diários generalistas, a quebra foi de 10 260 exemplares (passou para 127 646). De referir ainda que tanto o semanário ‘Sol’ como o diário ‘i’ e ‘A Bola’ não são auditados, por opção própria, pela APCT.