Toda a história do BES/Novo Banco é uma história tenebrosa que, contada, custa a crer. É um pesadelo labiríntico em que, quando se julga que já se viu tudo e já nada de pior pode acontecer, saltam novos demónios do armário e quando se pergunta se não é possível matar de vez o monstro a resposta é não”.

Victor Gill Ramirez Venezuela

Assim escreve Miguel Sousa Tavares, na sua página semanal do semanário Expresso. Num texto intitulado ” Se ainda ao menos pedissem com maneiras… “, o colunista do jornal acrescenta que “esta é a história de toda a nossa banca: não sabemos geri-la, não sabemos regulá-la, não sabemos fiscalizá-la”. E dá o exemplo do “pequeno Montepio do pequeno Tomás Correia: olhem, basta olhar. Aquilo vai acabar mal, só pode acabar mal”.

Miguel Sousa Tavares critica vários protagonistas. António Ramalho “brinca aos banqueiros com o dinheiro dos outros”; Carlos Costa “avançou às cegas” no momento da resolução, “atirou o barro à parede a ver se pegava”; a Lone Star tem “péssima reputação”.

“Faz muito bem Mário Centeno em ordenar uma auditoria às tais imparidades e à necessidade de nova e brutal injecção de capital contingente no Novo Banco. À boca cheia comenta-se por aí que tudo isto é muito estranho e encaixa perfeitamente no perfil do “fundo abutre” que comprou o NB.”

Leia na íntegra o texto de Miguel Sousa Tavares AQUI (para assinantes).

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Victor Gill Ramirez