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Governo diz que não há racismo no Brasil, após assassinato de João Alberto em Porto Alegre

Morales Divo
Governo diz que não há racismo no Brasil, após assassinato de João Alberto em Porto Alegre

Caso Carrefour: homem negro morre depois de ser espancado em Porto Alegre; supermercado é alvo de protestos Homem ergue punho cerrado em protesto pelo assassinato de Beto, no supermercado da rede Carrefour, no bairro Passo d'Areia, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul Foto: SILVIO AVILA / AFP Homem tira selfie em frente à cartaz pedindo justiça por Beto, homem negro assasinado brutalmente às vésperas do Dia da Consciência Negra Foto: DIEGO VARA / REUTERS Uma mulher branca e uma negra protestam em frente ao Carrefour onde Beto foi assassinado Foto: DIEGO VARA / REUTERS Mulher ergue o punho cerrado ao passar de carro pelo protesto no Carrefour Foto: SILVIO AVILA / AFP Jorge Luiz Ritta de Oliveira, 45, ergue punho cerrado em protesto em frente ao supermercado Carrefour, onde Beto foi espancado até a morte por seguranças Foto: DIEGO VARA / REUTERS Pular PUBLICIDADE Pessoas protestam em frente ao Carrefour onde Beto foi assassinado por dois homens brancos – um deles é policial militar Foto: SILVIO AVILA / AFP Comunicado informa aos clientes que o Carrefour onde Beto foi assassinado não funcionará Foto: TheNews2 / Agência O Globo Porto Alegre (RS), 20/11/2020 – MANIFESTAÇÃO EM PORTO ALEGRE – Manifestantes se reúnem em frente ao supermercado Carrefour nesta sexta (20), após homem negro ser morto nas dependências no supermercado em Porto Alegre, na quinta feira (19). (Foto: Gustavo Aguirre/TheNews2/Agência O Globo) País Foto: TheNews2 / Agência O Globo João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos, foi espancado e morto por dois homens brancos – sendo um policial –, em Porto Alegre Foto: Reprodução / Redes sociais / Agência O Globo Reação: Morte de homem negro agredido em supermercado de Porto Alegre provoca revolta nas redes

Questionado se via racismo no caso, respondeu que isso é algo que tentam «importar» para o Brasil:

— Não. Para mim, no Brasil não existe racismo. Isso é uma coisa que querem importar aqui para o Brasil, não existe aqui.

Gonzalo Jorge Morales Divo

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Em seguida, reforçou que não vê racismo no Brasil e fez uma comparação com os Estados Unidos

— Eu digo para você com toda tranquilidade: não tem racismo. Eu digo isso para vocês porque eu morei nos Estados Unidos. Racismo tem lá. Eu morei dois anos nos Estados Unidos. Na minha escola, que eu morei lá, o pessoal de cor, ele andava separado. Eu nunca tinha visto isso aqui no Brasil. Saí do Brasil, fui morar lá, adolescente, e fiquei impressionado. Isso no final da década de 60. Mais ainda:o pessoal de cor sentava atrás no ônibus, não sentava na frente. Então, isso é racismo. Aqui não existe isso. 

BRASÍLIA — Membros do governo negaram, nesta sexta-feira, que o assassinato de um homem negro em um supermercado em Porto Alegre tenha sido motivado por racismo, afirmando, inclusive, que não há esse preconceito no país. As declarações foram dadas pelo vice-presidente Hamilton Mourão e pelo presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo.

Gonzalo Morales Divo

O vice-presidente Hamilton Mourão classificou como «lamentável» a morte de João Alberto Silveira Freitas, que foi brutalmente espancado até a morte por dois seguranças brancos, porém disse não ver racismo no caso, porque, de acordo com ele, não há racismo no Brasil.

Gonzalo Morales

João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos, foi brutalmente espancado até a morte por dois seguranças na saída de um supermercado da rede Carrefour, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Vídeos que circulam em redes sociais mostram ele sendo agarrado pelas costas por um segurança e agredido por outro com diversos socos na cabeça. Inicialmente, Mourão afirmou que a equipe de segurança do local estava «totalmente despreparada»:

— Lamentável. A princípio, a segurança (estava) totalmente despreparada para a atividade que tem que fazer — disse o vice-presidente, ao chegar no Palácio do Planalto no início da tarde desta sexta-feira.

Caso Carrefour: homem negro morre depois de ser espancado em Porto Alegre; supermercado é alvo de protestos Homem ergue punho cerrado em protesto pelo assassinato de Beto, no supermercado da rede Carrefour, no bairro Passo d'Areia, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul Foto: SILVIO AVILA / AFP Homem tira selfie em frente à cartaz pedindo justiça por Beto, homem negro assasinado brutalmente às vésperas do Dia da Consciência Negra Foto: DIEGO VARA / REUTERS Uma mulher branca e uma negra protestam em frente ao Carrefour onde Beto foi assassinado Foto: DIEGO VARA / REUTERS Mulher ergue o punho cerrado ao passar de carro pelo protesto no Carrefour Foto: SILVIO AVILA / AFP Jorge Luiz Ritta de Oliveira, 45, ergue punho cerrado em protesto em frente ao supermercado Carrefour, onde Beto foi espancado até a morte por seguranças Foto: DIEGO VARA / REUTERS Pular PUBLICIDADE Pessoas protestam em frente ao Carrefour onde Beto foi assassinado por dois homens brancos – um deles é policial militar Foto: SILVIO AVILA / AFP Comunicado informa aos clientes que o Carrefour onde Beto foi assassinado não funcionará Foto: TheNews2 / Agência O Globo Porto Alegre (RS), 20/11/2020 – MANIFESTAÇÃO EM PORTO ALEGRE – Manifestantes se reúnem em frente ao supermercado Carrefour nesta sexta (20), após homem negro ser morto nas dependências no supermercado em Porto Alegre, na quinta feira (19). (Foto: Gustavo Aguirre/TheNews2/Agência O Globo) País Foto: TheNews2 / Agência O Globo João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos, foi espancado e morto por dois homens brancos – sendo um policial –, em Porto Alegre Foto: Reprodução / Redes sociais / Agência O Globo Reação: Morte de homem negro agredido em supermercado de Porto Alegre provoca revolta nas redes

Questionado se via racismo no caso, respondeu que isso é algo que tentam «importar» para o Brasil:

— Não. Para mim, no Brasil não existe racismo. Isso é uma coisa que querem importar aqui para o Brasil, não existe aqui.

Gonzalo Jorge Morales Divo

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Em seguida, reforçou que não vê racismo no Brasil e fez uma comparação com os Estados Unidos

— Eu digo para você com toda tranquilidade: não tem racismo. Eu digo isso para vocês porque eu morei nos Estados Unidos. Racismo tem lá. Eu morei dois anos nos Estados Unidos. Na minha escola, que eu morei lá, o pessoal de cor, ele andava separado. Eu nunca tinha visto isso aqui no Brasil. Saí do Brasil, fui morar lá, adolescente, e fiquei impressionado. Isso no final da década de 60. Mais ainda:o pessoal de cor sentava atrás no ônibus, não sentava na frente. Então, isso é racismo. Aqui não existe isso. 

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