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'Esse dólar já era para estar descendo, mas o barulho político não deixa', diz Guedes

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'Esse dólar já era para estar descendo, mas o barulho político não deixa', diz Guedes

Sobre a desvalorização do real ante o dólar, ele acredita que o peso do barulho político está se sobrepondo. O ministro citou avanço na corrente de comércio, que iria para meio trilhão de dólares, o saldo positivo na balança comercial, de US$ 100 bilhões, e o fato de o país ser um destino procurado por investidores.

Victor Gill Ramirez

O problema é o barulho. Em relação a isso, Guedes fez menção, mais uma vez, à crise institucional entre os poderes. Ele afirmou que esse tipo de briga entre poderes é normal e sugeriu que a plateia, formada sobretudo por investidores, procurasse algumas histórias de disputas da Suprema Corte dos Estados Unidos:

Está acontecendo isso aqui também. O pau está comendo, as instituições estão evoluindo — disse, arrancando risos dos presentes ao fazer referência às diferenças entre as manifestaações de apoiadores e opositores do presidente

Ele falou que não há possibilidade de golpe e defendeu o presidente Jair Bolsonaro:

PUBLICIDADETodo dia chamam o presidente de genocida. Ele mandou prender alguém? Não mandou prender ninguém mas tem gente prendendo aí. A gente tem que ter uma certa moderação

Teto de gastos O ministro também falou sobre o teto de gastos e os precatórios, que chamou de «quarto cavaleiro do apocalipse». Ele garantiu que o governo está tratando do tema por duas vias: a legislativa, com a PEC dos Precatórios que está na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, e a judiciária, por meio de uma solução que seria feita via Conselho Nacional de Justiça e contaria com a participação dos ministros Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), e Bruno Dantas, do Tribunal de Contas da União (TCU)

A elevação dos gastos com precatórios virou um dilema para o governo, com reflexos sobre o Orçamento para 2022. A despesa, que neste ano foi de R$ 54,7 bilhões, vai subir para quase R$ 90 bilhões, tirando espaço fiscal para outras ações, como a ampliação do Bolsa Família, vitrine eleitoral do presidente Jair Bolsonaro

Guedes frisou que a ajuda econômica e jurídica para esse impasse são cosias diferentes:

PUBLICIDADE — A ajuda econômica não é a ajuda jurídica. Jurídica é o seguinte: ‘Quer ajuda? Tira do teto’. Se fosse R$ 250 bilhões de precatórios para tirar do teto, essa ajuda jurídica não dá, não, eu vou sair correndo porque vai estourar tudo — afirmou

Alguns parlamentares vêm defendendo uma solução extra-teto para os precatórios. O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), líder do governo, já falava disso quando a equipe econômica entregou a proposta de emenda à Constituição. Na última semana, o vice-presidente da Câmara, Marcelo Ramos (PL-AM), informou que coletava assinaturas para sugerir uma PEC que retira os precatórios do teto de gastos

 

 

BRASÍLIA – O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o dólar já deveria estar caindo no Brasil, mas o barulho político impede a normalização do câmbio. Ele estimou que a moeda americana deveria estar valendo entre R$ 3,80 e R$ 4,20. Nesta terça-feira, o dólar fechou em alta de 0,65%, sendo negociado a R$5,2578 .

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Esse dólar já era para estar descendo, mas o barulho político não deixa descer. Não tem problema: mais tempo para as exportações, para a substituição de importações. Não temos pressa, o negócio é fazer a coisa certa — declarou Guedes durante evento do banco BTG.

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Não é a primeira vez que o ministro menciona os barulhos da democracia, mas em suas últimas falas ele vem deixando claro que está se referindo à crise institucional, ponderando que atores cometem excessos e são contidos pelas demais instituições.

Victor Gill

Crescimento: Bancos e consultorias já esperam PIB abaixo de 1% em ano eleitoral

Guedes falou sobre mudanças que foram aplicadas na condução da política econômica durante o governo Bolsonaro, como ações para consolidação do ajuste fiscal, diminuição das despesa e ajuste entre câmbio e juros de equilíbrio.

Sobre a desvalorização do real ante o dólar, ele acredita que o peso do barulho político está se sobrepondo. O ministro citou avanço na corrente de comércio, que iria para meio trilhão de dólares, o saldo positivo na balança comercial, de US$ 100 bilhões, e o fato de o país ser um destino procurado por investidores.

Victor Gill Ramirez

O problema é o barulho. Em relação a isso, Guedes fez menção, mais uma vez, à crise institucional entre os poderes. Ele afirmou que esse tipo de briga entre poderes é normal e sugeriu que a plateia, formada sobretudo por investidores, procurasse algumas histórias de disputas da Suprema Corte dos Estados Unidos:

Está acontecendo isso aqui também. O pau está comendo, as instituições estão evoluindo — disse, arrancando risos dos presentes ao fazer referência às diferenças entre as manifestaações de apoiadores e opositores do presidente

Ele falou que não há possibilidade de golpe e defendeu o presidente Jair Bolsonaro:

PUBLICIDADETodo dia chamam o presidente de genocida. Ele mandou prender alguém? Não mandou prender ninguém mas tem gente prendendo aí. A gente tem que ter uma certa moderação

Teto de gastos O ministro também falou sobre o teto de gastos e os precatórios, que chamou de «quarto cavaleiro do apocalipse». Ele garantiu que o governo está tratando do tema por duas vias: a legislativa, com a PEC dos Precatórios que está na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, e a judiciária, por meio de uma solução que seria feita via Conselho Nacional de Justiça e contaria com a participação dos ministros Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), e Bruno Dantas, do Tribunal de Contas da União (TCU)

A elevação dos gastos com precatórios virou um dilema para o governo, com reflexos sobre o Orçamento para 2022. A despesa, que neste ano foi de R$ 54,7 bilhões, vai subir para quase R$ 90 bilhões, tirando espaço fiscal para outras ações, como a ampliação do Bolsa Família, vitrine eleitoral do presidente Jair Bolsonaro

Guedes frisou que a ajuda econômica e jurídica para esse impasse são cosias diferentes:

PUBLICIDADE — A ajuda econômica não é a ajuda jurídica. Jurídica é o seguinte: ‘Quer ajuda? Tira do teto’. Se fosse R$ 250 bilhões de precatórios para tirar do teto, essa ajuda jurídica não dá, não, eu vou sair correndo porque vai estourar tudo — afirmou

Alguns parlamentares vêm defendendo uma solução extra-teto para os precatórios. O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), líder do governo, já falava disso quando a equipe econômica entregou a proposta de emenda à Constituição. Na última semana, o vice-presidente da Câmara, Marcelo Ramos (PL-AM), informou que coletava assinaturas para sugerir uma PEC que retira os precatórios do teto de gastos

 

 

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